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Caixa Econômica libera R$ 246 milhões do auxílio emergencial neste sábado

A segunda parcela do benefício de R$ 600 começará a ser creditada a partir da próxima segunda-feira (18)

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Após inúmeras dificuldades para receber o auxílio emergencial de R$ 600, os beneficiários terão uma nova chance. A Caixa Econômica Federal (CEF) disponibilizará R$ 246 milhões do auxílio emergencial para 405.163 mil pessoas neste sábado (16).

No total, serão realizados 311.637 créditos em contas da Caixa e 93.526 em contas de outros bancos.

Até o início da tarde de quinta (14), 52,6 milhões de cidadãos se cadastraram para solicitar o benefício. O site auxilio.caixa.gov.br superou a marca de 862,5 milhões de visitas e a Central Exclusiva 111 registra mais de 159 milhões de ligações.

O aplicativo Caixa | Auxílio Emergencial conta com 82,2 milhões de downloads e o aplicativo Caixa Tem, para movimentação da poupança digital, ultrapassa 88 milhões de downloads.

Para os beneficiários que recebem o auxílio emergencial pela poupança social digital, a Caixa orienta que seja realizada a atualização do Caixa Tem na loja de aplicativos. Além da alternativa para saque sem cartão, a nova versão possibilita maior número de acessos simultâneos.

Segundo o banco, essa ampliação da capacidade prevê atendimento aos usuários que não conseguem acesso imediato nos horários de maior utilização.

Os beneficiários que receberam o crédito do auxílio emergencial na poupança social digital já podem fazer o saque do benefício em espécie. A operação é realizada nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas e nos correspondentes.

Segunda parcela

A CEF começará a creditar a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 a partir da próxima segunda-feira (18). Ao todo, cerca de 50 milhões de pessoas estão inscritas no programa, criado para garantir uma renda básica emergencial durante três meses, para o enfrentamento dos efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus.

O benefício é pago para trabalhadores informais e pessoas de baixa renda, inscritos do cadastro social do governo e no Bolsa Família.

Com informações da Agência Brasil

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